Ser ao mesmo tempo eficiente e invisível é o papel de Matheus Cunha contra a Noruega

Matheus Cunha, o nove do Brasil, um dos artilheiros do Brasil na Copa Um jogador tem sido fundamental no elenco da Seleção. Oxe! A Paraíba está presente, ma...

Ser ao mesmo tempo eficiente e invisível é o papel de Matheus Cunha contra a Noruega
Ser ao mesmo tempo eficiente e invisível é o papel de Matheus Cunha contra a Noruega (Foto: Reprodução)

Matheus Cunha, o nove do Brasil, um dos artilheiros do Brasil na Copa Um jogador tem sido fundamental no elenco da Seleção. Oxe! A Paraíba está presente, mas cadê a praia? Nesta sexta-feira (3), a semelhança de Nova Jersey com João Pessoa se resumiu ao calor. "Sou de João Pessoa, mas a gente também sofre com calor. Hoje, no treino, pelo amor de Deus. A gente estava desesperado", conta Matheus Cunha, atacante da Seleção. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Mesmo assim, Matheus Cunha não se rende. Enfrenta o sol do meio-dia com um sorriso permanente no rosto. Brincando, provocando, agitando o time. No treino, ele é centro das atenções. Que contraste com o papel que exerce nos jogos, onde uma das principais funções do camisa 9 é não aparecer. "Me sinto muito feliz de poder, em certos momentos, estar em uma função onde os grandes olhos acabam vendo menos, mas que vai potencializar muito meus companheiros”, diz Matheus Cunha. Ser ao mesmo tempo eficiente e invisível é o papel de Matheus Cunha contra a Noruega Jornal Nacional/ Reprodução Se mexer, abrir espaços sem a bola nos pés. Ser ao mesmo tempo eficiente e invisível é o papel de Matheus Cunha contra a única seleção que o Brasil nunca venceu na história. Os caminhos de Brasil e Noruega não costumam se cruzar com tanta frequência. Faz 20 anos que as duas seleções não se enfrentam em campo. E, no último confronto, nem a bola se envolveu. Foi no Oscar, em que “O Agente Secreto” e “Valor Sentimental” competiram na categoria melhor filme internacional. Mais uma vez, deu Noruega. Para mudar esse roteiro, um ator coadjuvante pode assumir o papel principal. "Todo mundo sabe da responsabilidade de usar essa camisa e vestir a número 9, e ter tantos jogadores que antes usaram e foram tão vitoriosos fazendo gol e com muitas conquistas”, diz Matheus Cunha. Antes da Copa, Matheus Cunha só tinha feito um gol em 23 jogos pela Seleção. Na Copa, marcou três vezes em quatro partidas. O agente secreto de Ancelotti pode até atuar longe dos olhos da multidão. Mas, quando aparece, rouba a cena completamente. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Com vitória convincente, Seleção Brasileira se classifica para a próxima fase da Copa e mantém vivo sonho do hexa Messi se torna o maior artilheiro da história das Copas Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a fazer gols em 6 edições de Copa do Mundo Gigantes no gol: altura dos goleiros bate recorde e muda a Copa de 2026 Casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo fica no coração da ilha de Manhattan, em Nova York