'Homem-Peixe' chega a Manaus e reforça luta contra poluição dos rios amazônicos: 'Missão maior é para que não joguem lixo'

'Homem-Peixe' chega a Manaus e reforça luta contra poluição dos rios amazônicos O ambientalista colombiano e educador físico Wilber Honorio Muñoz, conheci...

'Homem-Peixe' chega a Manaus e reforça luta contra poluição dos rios amazônicos: 'Missão maior é para que não joguem lixo'
'Homem-Peixe' chega a Manaus e reforça luta contra poluição dos rios amazônicos: 'Missão maior é para que não joguem lixo' (Foto: Reprodução)

'Homem-Peixe' chega a Manaus e reforça luta contra poluição dos rios amazônicos O ambientalista colombiano e educador físico Wilber Honorio Muñoz, conhecido como “Homem-Peixe”, chegou a Manaus neste domingo (10). O triatleta percorre o Rio Amazonas para chamar atenção sobre a preservação das águas. (assista acima). A jornada começou em Tabatinga, na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, vizinha da cidade colombiana de Letícia. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Ao longo da travessia, o ativista transforma o desafio em uma mobilização internacional pela preservação dos rios amazônicos. Colombiano nada mais de 4 mil km e chega ao interior do Amazonas em jornada pela preservação dos rios Homem-Peixe’ chega em Manaus e reforça compromisso ambiental na Amazônia. Foto: Clóvis Miranda/Semcom Em entrevista à Rede Amazônica, Muñoz contou que planejou o desafio há 15 anos e que começou há 210 dias a executá-lo e compartilhar nas redes sociais. “Eu nadei no rio Magdalena, o mais importante da Colômbia. Quando terminei, disse: vou nadar o rio Amazonas, o mais importante do mundo”. Ao falar sobre os desafios físicos e climáticos, Muñoz disse que a conscientização ambiental é o mais importante. “Sinto que nadar chama muita atenção. As pessoas gostam de ver um doido nadando. Eu tenho a bandeira ambientalista e quero levá-la para sempre. A missão maior é nadar todo o rio e chamar a atenção do mundo para que não joguem lixo, principalmente plástico, nos rios. Essa é a mensagem, essa é a bandeira”, concluiu. O ativista também ganhou a companhia de um cachorro, chamado Wilkamayou — nome que significa “rios sagrados”. O animal foi adotado ainda no Peru e, quando está disposto, nada pelo Amazonas ao lado do dono. Muñoz estima que já fez paradas em mais de 400 locais da região. O destino final da travessia é Belém, no Pará, e ele acredita que deve concluir o percurso em cerca de dois meses. O ativista também ganhou a companhia de um cachorro, chamado Wilkamayou — nome que significa “rios sagrados”. Foto: Clóvis Miranda/Semcom